O sono não me alcança,
o sem vício avança.
Por mais mal que esteja,
sem por razão seja,
sugo o som de um belo jazz.
Absorvo o asfixiante corpo de combustão.
A minha laringe arrepia-se,
copia-se como um cano de uma pia.
Os meus pulmões sacodem-se,
e afogam-se, chegando ao seu tempo.
